quinta-feira, 26 de julho de 2012
Para eu - Para mim
Ex.: Esse livro é para eu ler ?
....... Essas balas são para mim?
ATIVIDADES
01 – Tenho que ler bastante para ............. escrever melhor.
02 – Para ............... não há nenhum problema.
03 – Não há desentendimento entre .............. e ti.
04 – Percebi que o plano era para ............. desistir do jogo.
05 – Não vá sem ............... ao cinema.
06 – Sem ................ autorizar, ninguém deve entrar nesta sala.
07 – Já houve muitas discussões entre ti e ............. .
08 – Para ..............., aceitar esta condição é humilhante.
09 – Todos se voltaram contra ............. naquela ocasião.
10 – Quanto a .............. não faço objeções ao plano.
11 – Acho que eles estão olhando para ............... .
12 – Todos aqueles trabalhos são para ............... revisar.
....... Essas balas são para mim?
ATIVIDADES
01 – Tenho que ler bastante para ............. escrever melhor.
02 – Para ............... não há nenhum problema.
03 – Não há desentendimento entre .............. e ti.
04 – Percebi que o plano era para ............. desistir do jogo.
05 – Não vá sem ............... ao cinema.
06 – Sem ................ autorizar, ninguém deve entrar nesta sala.
07 – Já houve muitas discussões entre ti e ............. .
08 – Para ..............., aceitar esta condição é humilhante.
09 – Todos se voltaram contra ............. naquela ocasião.
10 – Quanto a .............. não faço objeções ao plano.
11 – Acho que eles estão olhando para ............... .
12 – Todos aqueles trabalhos são para ............... revisar.
o livro que li :Deltora Quest: As Florestas do Silêncio
Livro: Deltora Quest: As Florestas do Silêncio
Autora: Emily Rodda
Deltora é um país com um reinado em que morreu um rei com uma doença desconhecida. Seu filho, o herdeiro, chamava-se Endon. Jarred era um grande amigo de Endon. Ele foi para o castelo depois da morte de seu pai. O herdeiro real, quando coroado, coloca o Cinturão de Deltora (um cinturão com sete pedras preciosas de vários tipos), e logo após o retira. O cinturão é guardado em uma caixa de vidro com cadeados até o rei morrer e chegar o próximo herdeiro.
Jarred descobriu que seu amigo Endon deveria sempre usar o cinturão para que Deltora não seja destruída. Quando Endon acreditou nisso, um maligno inimigo, o Senhor das Sombras, roubou as pedras do cinturão e as espalhou por lugares terríveis de Deltora.
Depois de muitos anos, Jarred ganha um filho chamado Lief. Agora o dever de Lief é recuperar as pedras e trazer a paz de volta a Deltora.
Autora: Emily Rodda
Deltora é um país com um reinado em que morreu um rei com uma doença desconhecida. Seu filho, o herdeiro, chamava-se Endon. Jarred era um grande amigo de Endon. Ele foi para o castelo depois da morte de seu pai. O herdeiro real, quando coroado, coloca o Cinturão de Deltora (um cinturão com sete pedras preciosas de vários tipos), e logo após o retira. O cinturão é guardado em uma caixa de vidro com cadeados até o rei morrer e chegar o próximo herdeiro.
Jarred descobriu que seu amigo Endon deveria sempre usar o cinturão para que Deltora não seja destruída. Quando Endon acreditou nisso, um maligno inimigo, o Senhor das Sombras, roubou as pedras do cinturão e as espalhou por lugares terríveis de Deltora.
Depois de muitos anos, Jarred ganha um filho chamado Lief. Agora o dever de Lief é recuperar as pedras e trazer a paz de volta a Deltora.
Aprenda a usar corretamente a palavra:Onde
O uso de "onde" tornou-se verdadeira muleta linguística. Algumas pessoas usam-no para tudo. As principais gramáticas de língua portuguesa, publicadas no Brasil, ora definem "onde" como "pronome relativo invariável" (Celso Cunha, Gramática da Língua Portuguesa, p. 354, 1975; Celso Cunha e Lindley Cintra, Nova Gramática do Português Contemporâneo, p. 342, 1985; Evanildo Bechara, Moderna Gramática Portuguesa, p. 171-2, 2004), ora como "advérbio relativo" ou "advérbio interrogativo de lugar", a depender de sua posição (Rocha Lima, Gramática Normativa da Língua Portuguesa, p. 176, 2001 [1971]).
a) Estava em casa dela, onde a irmã escurecia tudo com a sua viuvez recente (Machado de Assis apud Celso Cunha);
b) Entrava-se de barco pelo corredor da velha casa de cômodos onde eu morava. (Mário de Quintana apud Celso Cunha e Lindley Cintra);
c) A casa onde moro é espaçosa (Evanildo Bechara);
d) Moro onde mais me agrada (Evanildo Bechara);
e) Fica ali a encruzilhada onde ergueram uma cruz de pedra (Rocha Lima);
f) Onde dormirão os hóspedes? (Rocha Lima).
Os exemplos abaixo, oferecidos pela professora Maria T. Q. Piacentini, formam uma amostra do uso errado de "onde", que, como já ressaltamos, torna-se verdadeira muleta linguística, caso seja usado indiscriminadamente.
Observe os exemplos, tente fazer a troca por local em que/ lugar em que e veja que, desta vez, não é possível:
a) Fez várias declarações de amor, onde fica evidente o desejo de reatar o namoro.
b) Quais são as modalidades onde seu filho é campeão?
c) Vamos assistir a um espetáculo bem brasileiro, onde Maitê faz um pequeno papel.
d) Isso parece responder a uma construção teórica bastante curiosa, onde os sujeitos do presente encontram um lócus historiográfico que reconhece o seu papel.
e) Vão focalizar os jovens e a família onde a doença foi detectada.
f) A internet é uma grande chance de trabalhar um modelo pedagógico onde o poder constitutivo da ação do sujeito seja valorizado.
Noção de lugar
Independemente da nomenclatura gramatical utilizada para nomear esse vocábulo, verifica-se, pelos exemplos das gramáticas consultadas, que seu uso está restrito à noção de lugar. Ou seja, se fizermos a troca de "onde" por "local em que/ lugar em que" veremos que dá certo. Exemplos:a) Estava em casa dela, onde a irmã escurecia tudo com a sua viuvez recente (Machado de Assis apud Celso Cunha);
b) Entrava-se de barco pelo corredor da velha casa de cômodos onde eu morava. (Mário de Quintana apud Celso Cunha e Lindley Cintra);
c) A casa onde moro é espaçosa (Evanildo Bechara);
d) Moro onde mais me agrada (Evanildo Bechara);
e) Fica ali a encruzilhada onde ergueram uma cruz de pedra (Rocha Lima);
f) Onde dormirão os hóspedes? (Rocha Lima).
Uso inadequado de "onde"
Contudo, apesar de a norma (padrão), prescrita nas gramáticas referidas, limitar a utilização de "onde" a aspectos relativos a lugar, local, etc., seu uso tem se disseminado em uma infinidade de situações inadequadas.Os exemplos abaixo, oferecidos pela professora Maria T. Q. Piacentini, formam uma amostra do uso errado de "onde", que, como já ressaltamos, torna-se verdadeira muleta linguística, caso seja usado indiscriminadamente.
Observe os exemplos, tente fazer a troca por local em que/ lugar em que e veja que, desta vez, não é possível:
a) Fez várias declarações de amor, onde fica evidente o desejo de reatar o namoro.
b) Quais são as modalidades onde seu filho é campeão?
c) Vamos assistir a um espetáculo bem brasileiro, onde Maitê faz um pequeno papel.
d) Isso parece responder a uma construção teórica bastante curiosa, onde os sujeitos do presente encontram um lócus historiográfico que reconhece o seu papel.
e) Vão focalizar os jovens e a família onde a doença foi detectada.
f) A internet é uma grande chance de trabalhar um modelo pedagógico onde o poder constitutivo da ação do sujeito seja valorizado.
O uso correto segundo a gramática:Por que, porque, por quê ou porquê?
Utiliza-se nas interrogativas, sejam diretas ou indiretas. É um advérbio interrogativo. Exemplos:
Por que ele foi embora? (interrogativa direta)
Queremos saber por que ele foi embora. (interrogativa indireta)
Dica: Coloque a palavra "motivo" ou "razão" depois de "por que". Se der certo, escreva separado, sem acento.
Queremos saber por que motivo ele foi embora.
Por que pode também equivaler a pelo qual, pela qual pelos quais, pelas quais, sendo o que, nesse caso, um pronome relativo. Exemplo:
Aquele é o quadro por que ela se apaixonou.
Dica: Substitua por que por "pelo qual, pelos quais, pela qual ou pelas quais":
Aquele é o quadro pelo qual ela se apaixonou.
Estabelece uma causa. É uma conjunção subordinativa causal, ou coordenativa explicativa. Exemplos:
Ele foi embora porque cansou daqui.
Não vá porque você é útil aqui.
Dica: Substitua porque por "pois".
Ele foi embora pois se cansou daqui.
Também utiliza-se porque com o sentido de "para que", introduzindo uma finalidade:
Ele mentiu porque o deixassem sossegado.
Em final de frase ou quando a expressão estiver isolada, usa-se por quê. Exemplos:
Ele foi embora por quê?
Você é a favor ou contra? Por quê?
Equivalendo a causa, motivo, razão, porquê é um substantivo. Neste caso ele é precedido pelo artigo o. Exemplo:
Não quero saber o porquê de sua recusa.
Dica: Substitua "porquê" por "motivo".
Não quero saber o motivo de sua recusa.
Definição e emprego:Artigo
Chamamos de artigo a palavra variável que colocamos antes do substantivopara indicar, ao mesmo tempo, seu gênero e seu número.
O artigo é basicamente demonstrativo. Sua função sintática principal é deadjunto dos substantivos.
O artigo é classificado como:
a) Definido: o, a, os, as;
b) Indefinido: um, uma, uns, umas.
Os artigos definidos determinam os substantivos de modo preciso e particular. Ao dizer "o livro", faz-se uma referência a um livro em particular. Já os indefinidos determinam os substantivos num aspecto vago, impreciso e geral. Quando se diz "um livro", menciona-se qualquer livro.
Na língua portuguesa existe uma maneira de combinar os artigos com preposições. A combinação dos artigos definidos com as preposições a, de, em, por (per), resulta, respectivamente, em ao, do, no, pelo, à, da, na, pela, aos, dos, nos, pelos e às, das, nas, pelas.
A combinação dos artigos indefinidos com a preposição em, e mais raramente a preposição de, resulta em: num, dum, numa, duma, nuns, duns, numas, dumas.
O artigo transforma palavras de qualquer classe gramatical em substantivo.
Exemplo: Ninguém sabe como será o amanhã.
Também estabelece sua determinação ou indeterminação:
Exemplos:
Li o jornal ontem.
Li um jornal ontem.
No primeiro caso, está-se falando de um jornal em particular. No segundo, de qualquer jornal.
Também distingue os homônimos e define seu significado.
Exemplos: O rádio, a rádio; o capital, a capital; o moral, a moral.
a) os que repelem o artigo:
Portugal, Roma, Atenas, Curitiba, São Paulo, Paris etc.
Lembrar que estes nome de locais, quando acompanhados de adjetivos ou locução adjetiva, tornam obrigatório o uso do artigo:
O velho Portugal, a Atenas de Péricles, etc.
b) os que exigem o artigo:
A Bahia, o Rio de Janeiro, a Amazônia, os Açores etc.
c) alguns poucos que se usam, indiferentemente, como o artigo ou sem ele:
Recife ou o Recife, Aracaju ou a Aracaju etc.
2) Nomes próprios de pessoas são determinados pelo artigo quando usados no plural.
Os Maias, os Homeros, os Caxias, etc.
Posto antes dos nomes de pessoas, o artigo denota intimidade e familiaridade.
A Márcia estuda à noite.
3) O uso do artigo é facultativo diante de pronomes possessivos:
Foi rápida a sua entrevista (ou sua entrevista).
O artigo é basicamente demonstrativo. Sua função sintática principal é deadjunto dos substantivos.
O artigo é classificado como:
a) Definido: o, a, os, as;
b) Indefinido: um, uma, uns, umas.
Os artigos definidos determinam os substantivos de modo preciso e particular. Ao dizer "o livro", faz-se uma referência a um livro em particular. Já os indefinidos determinam os substantivos num aspecto vago, impreciso e geral. Quando se diz "um livro", menciona-se qualquer livro.
Na língua portuguesa existe uma maneira de combinar os artigos com preposições. A combinação dos artigos definidos com as preposições a, de, em, por (per), resulta, respectivamente, em ao, do, no, pelo, à, da, na, pela, aos, dos, nos, pelos e às, das, nas, pelas.
A combinação dos artigos indefinidos com a preposição em, e mais raramente a preposição de, resulta em: num, dum, numa, duma, nuns, duns, numas, dumas.
O artigo transforma palavras de qualquer classe gramatical em substantivo.
Exemplo: Ninguém sabe como será o amanhã.
Também estabelece sua determinação ou indeterminação:
Exemplos:
Li o jornal ontem.
Li um jornal ontem.
No primeiro caso, está-se falando de um jornal em particular. No segundo, de qualquer jornal.
Também distingue os homônimos e define seu significado.
Exemplos: O rádio, a rádio; o capital, a capital; o moral, a moral.
Emprego dos artigos
De um modo geral, o artigo definido aplica-se para seres conhecidos ou já mencionados e o indefinido para seres desconhecidos, indeterminados ou que não se faz menção.Artigo definido
1) Dentre os nomes próprios geográficos, a língua distingue:a) os que repelem o artigo:
Portugal, Roma, Atenas, Curitiba, São Paulo, Paris etc.
Lembrar que estes nome de locais, quando acompanhados de adjetivos ou locução adjetiva, tornam obrigatório o uso do artigo:
O velho Portugal, a Atenas de Péricles, etc.
b) os que exigem o artigo:
A Bahia, o Rio de Janeiro, a Amazônia, os Açores etc.
c) alguns poucos que se usam, indiferentemente, como o artigo ou sem ele:
Recife ou o Recife, Aracaju ou a Aracaju etc.
2) Nomes próprios de pessoas são determinados pelo artigo quando usados no plural.
Os Maias, os Homeros, os Caxias, etc.
Posto antes dos nomes de pessoas, o artigo denota intimidade e familiaridade.
A Márcia estuda à noite.
3) O uso do artigo é facultativo diante de pronomes possessivos:
Foi rápida a sua entrevista (ou sua entrevista).
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Segunda Guerra Mundial
La Segunda Guerra Mundial fue un conflicto militar global que se desarrolló entre 1939 y 1945. En él se vieron implicadas la mayor parte de las naciones del mundo, incluidas todas las grandes potencias, alineadas en dos alianzas militares opuestas: los Aliados y las Potencias del Eje. Fue la mayor contienda bélica de la Historia, con más de 100 millones de militares movilizados y un estado de «guerra total» en que los grandes contendientes destinaron toda su capacidad económica, militar y científica al servicio del esfuerzo armamentístico, borrando la distinción entre recursos civiles y militares. Marcada por hechos de enorme significación que incluyeron la muerte masiva de civiles, el Holocausto y el uso por primera y última vez de armas nucleares en un conflicto militar, la Segunda Guerra Mundial fue el conflicto más mortífero en la historia de la humanidad, con un resultado final de entre 50 y 70 millones de víctimas.
El comienzo del conflicto se suele situar en el 1 de septiembre de 1939, con la invasión alemana de Polonia, el primer paso bélico de la Alemania nazi en su pretensión de fundar un gran imperio en Europa, que produjo la inmediata declaración de guerra de Francia y la mayor parte de los países del Imperio Británico y la Commonwealth al Tercer Reich. Desde finales de 1939 hasta inicios de 1941, merced a una serie de fulgurantes campañas militares y la firma de tratados, Alemania conquistó o sometió gran parte de la Europa continental. En base a acuerdos entre los nazis y los soviéticos, la nominalmente neutral Unión Soviética ocupó o se anexionó territorios de las seis naciones vecinas con las que compartía frontera en el oeste. El Reino Unido y la Commonwealth se mantuvieron como la única gran fuerza capaz de combatir contra las Potencias del Eje en el Norte de África y en una extensa guerra naval. En junio de 1941 las potencias europeas del Eje comenzaron una invasión de la Unión Soviética, dando así inicio a la más extensa operación de guerra terrestre de la Historia, donde desde ese momento se empleó la mayor parte del poder militar del Eje. En diciembre de 1941 el Imperio del Japón, que había estado en guerra con China desde 1937 y pretendía expandir sus dominios en Asia, atacó a los Estados Unidos y a las posesiones europeas en el Océano Pacífico, conquistando rápidamente gran parte de la región.
El comienzo del conflicto se suele situar en el 1 de septiembre de 1939, con la invasión alemana de Polonia, el primer paso bélico de la Alemania nazi en su pretensión de fundar un gran imperio en Europa, que produjo la inmediata declaración de guerra de Francia y la mayor parte de los países del Imperio Británico y la Commonwealth al Tercer Reich. Desde finales de 1939 hasta inicios de 1941, merced a una serie de fulgurantes campañas militares y la firma de tratados, Alemania conquistó o sometió gran parte de la Europa continental. En base a acuerdos entre los nazis y los soviéticos, la nominalmente neutral Unión Soviética ocupó o se anexionó territorios de las seis naciones vecinas con las que compartía frontera en el oeste. El Reino Unido y la Commonwealth se mantuvieron como la única gran fuerza capaz de combatir contra las Potencias del Eje en el Norte de África y en una extensa guerra naval. En junio de 1941 las potencias europeas del Eje comenzaron una invasión de la Unión Soviética, dando así inicio a la más extensa operación de guerra terrestre de la Historia, donde desde ese momento se empleó la mayor parte del poder militar del Eje. En diciembre de 1941 el Imperio del Japón, que había estado en guerra con China desde 1937 y pretendía expandir sus dominios en Asia, atacó a los Estados Unidos y a las posesiones europeas en el Océano Pacífico, conquistando rápidamente gran parte de la región.
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